Cláudio Bueno
1983, Brasil, São Paulo, SP

É artista, pesquisador, professor, etc. Em suas pesquisas tem explorado as relações entre corpos, espaços e tecnologias, com ênfase em modos de estar, aprender e fazer junto. Desenvolve instalações, performances, ações coletivas e textos que exploram o cruzamento desses campos. Tais assuntos permearam seu mestrado, intitulado Que Lugar é esste? e seu doutorado, intitulado Campos de Invisibilidade, ambos desenvolvidos no departamento de artes visuais da ECA-USP.

Seu interesse atual está nos saberes periféricos, singulares, não hegemônicos e fora da norma. Saberes transmitidos por meio de conversas, encontros, trocas e modos de aprendizagem outros, que possibilitem alguma abertura às linguagens e repertórios previamente estabelecidos no campo artístico.

Tem participado como artista de diversas exposições nacionais e internacionais, em instituições como Paço das Artes, Luciana Brito Galeria, Galeria Millan, Itaú Cultural, Instituto Tomie Ohtake, MIS, FUNARTE, MARP, SESC (Brasil); La Chambre Blanche e Avatar (Canadá), Centro Multimedia (México); Hessel Museum of Art/CCS Bard (EUA), etc.

Foi professor na graduação do IED (Istituto Europeo di Design), na pós-graduação da Anhembi-Morumbi e participou do estágio docente na graduação da ECA-USP através do programa PAE (Programa de Aperfeiçoamento ao Ensino). Realizou falas públicas em espaços como Casa Tomada, Galeria Whitechapel (Reino Unido), Humboldt University (Alemanha), CUNY – The City University of New York (EUA) e diversas universidades e instituições culturais brasileiras e internacionais.

Desde 2014 integra O Grupo Inteiro (Cláudio Bueno, Carol Tonetti, Ligia Nobre e Vitor Cesar), com o qual se apresentou na mostra Playgrounds 2016, MASP/Sesc; em Campos de Preposições, 2016 (SESC SP), em parceria com a CSM - Central Saint Martins de Londres; e colaborou com a obra Restauro, 2016, do artista Jorge Menna Barreto, na 32a Bienal de Artes de São Paulo. Com Tainá Azeredo tem realizado a Intervalo-Escola, entre São Paulo e Amazonas, mapeando e experimentando modos de aprendizagem em artes hoje. Com esse projeto foram indicados ao Prêmio Select de Arte Educação, 2017 e participam da mostra Gotong Royong. Things We Do Together, no Ujazdowski Castle Centre for Contemporary Art, a partir de Out/2017, na Polônia. Com João Simões, realiza a plataforma Explode!, que desenvolve pesquisa sobre culturas periféricas, com ênfase em corpos, músicas e visualidades. Por meio dessa plataforma tem participado de exposições, encontros e seminários, nacionais e internacionais, como Seminário "Urgências" no Paço das Artes; Explode! Residency; conversa no Center for Humanities da CUNY (EUA); encontro internacional House Lives Matter (EUA); etc.

Recebeu prêmios e apoios, como: Videobrasil em Contexto (Brasil e Reino Unido - parceria entre: Casa Tomada, Videobrasil e Delfina Foundation); Rede Nacional Funarte Artes Visuais; Menção Honrosa - Prix Ars Electronica (Austria); Prêmio Transitio_MX (México); Rumos Arte Cibernética - Itaú Cultural (Brasil); Festival Arte.Mov (Brasil); entre outros.

 
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